
Ferramenta aumenta eficiência na relação com cliente, mas é preciso cuidado com excesso de mensagens impessoais
Com o avanço da inteligência artificial generativa, empresas brasileiras estão revolucionando o atendimento ao cliente, tornando as interações mais rápidas, personalizadas e naturais — ganhos que impactam diretamente a satisfação e fidelização do consumidor. A IA já vai muito além de respostas simples. Ela processa grandes volumes de dados para adaptar o tom, identificar emoções e oferecer respostas contextuais e empáticas em tempo real. O cliente nunca precisa repetir informações, pois o sistema já entende seu histórico, gerando interações mais humanas e eficazes
Empresas brasileiras já colhem benefícios tangíveis. Um bom exemplo é a Comgás, que implementou IA de voz e viu seu NPS subir 8 pontos, substituindo menus fixos por diálogos mais fluidos e centrados no cliente. A IA permite integrar todos os canais (site, chat, WhatsApp, redes sociais), garantindo atendimento fluido e consistente. O cliente navega sem perceber onde termina o atendimento automatizado e começa o humano.

Apesar das potencialidades da IA, o sucesso depende da combinação com a capacidade emocional humana. Enquanto a tecnologia resolve demandas rotineiras, os atendentes podem se dedicar a interações que exigem empatia e criatividade. Relatórios como o CX Trends da Zendesk apontam que 68% dos consumidores interagiriam mais com IA se ela se comportasse como uma conversa humana. Atendimento com IA tem maior resolução de problemas, economia de tempo e receita incremental.
A inteligência artificial deixou de ser promessa e tornou-se essencial na experiência do consumidor. Empresas que combinam IA generativa com atendimento humano conquistam mais eficiência, personalização e fidelização. A nova era do atendimento exige uma colaboração inteligente entre tecnologia e pessoas — e quem souber liderar essa transformação terá vantagem estratégica no mercado